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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Diferenças do Velho e Novo Mundo

Encontramos um ótimo post que explica as diferenças entre os vinhos do Velho Mundo e do Novo Mundo. É uma ótima leitura para os que estão começando a explorar o universo dos vinhos.
São muitas as diferenças entre os vinhos do Velho e do Novo Mundo. Diferenças na forma de cultivo (viticultura) e, principalmente, na forma de fazer os vinhos (vinicultura); nos aromas encontrados nas mesmas uvas em regiões diferentes; na forma de classificar e rotular os vinhos… Enfim! Uma varidade de coisas que nos faz saber diferenciar entre um vinho do novo e do velho mundo.
Os produtores do velho mundo baseiam-se muito no chamado “terroir”, que é toda a combinação entre solo, clima, região, quantidade de sol ou de chuva que incide sobre o local onde a videira está plantada, a topografia do terreno… Ou seja, é tudo o que contribui para o “sentido de um lugar”. E utilizam pouquíssima tecnologia para favorecer a viticultura. Tudo é feito com base no conhecimento que o vinicultor tem de suas vinhas, da tradição de como estas vêm sendo plantadas e colhidas ao longo dos anos.
Cada região vinícola da Europa vai cultivar determinado tipo de uva que é mais propícia à sua região e vai produzir vinhos com características peculiares a esta região. Por isso que eles não colocam o nome da uvas em seus rótulos, porque para eles, é mais importante o “terroir”. O lugar onde a uva foi cultivada é mais importante do que a uva em si. Se você chegar numa vila em Bordeaux e perguntar a algum habitante local qual a uva que está plantada ali, ele vai dizer: “É a uva de Bordeaux!”. E esta pode ser Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec…
Já os produtores do novo mundo utlizam-se muito mais da tecnologia para favorecer o cultivo e, principalmente, a produção de seus vinhos. As colheitas geralmente são feitas mecanicamente, o grau de maturação da uva é medido com um aparelho chamado Brix (diferente do velho mundo, onde geralmente a uva é provada e daí decide-se se ela está pronta para ser colhida ou não) e, geralmente, qualquer uva pode ser plantada em qualquer lugar. Eles podem produzir qualquer tipo de vinho, devido à tecnologia. E, por não terem este conceito de “terroir”, preferiram rotular seus vinhos com o nome da variedade da uva que representa o vinho. O que torna o entendimento do vinho muito mais fácil para nós, que não conhecemos tanto as regiões do mundo, mas sabemos mais ou menos o que encontrar num vinho Cabernet Sauvigon ou num Merlot, por exemplo.
Outra diferença básica entre estes dois grupos é que os vinhos do Velho Mundo normalmente (sempre existem exceções) são mais ácidos, possuem mais aromas minerais e menos frutas e, também, menos madeira que os seus similares do Novo Mundo. Que são mais frutados e amadeirados e também com teor alcóolico mais alto.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Spaghetti alla Pescattora

por Gildo Birardi

Domingo passado, me deu  vontade de comer uma deliciosa massa com frutos do mar, estava um clima quente, quase verão em pleno inverno de São Paulo. Pois bem, inspirado em algumas receitas da culinária Siciliana, Calabresa e Sarda, criei, juntamente com a minha amada Angélica, nossa própria receita desta incrível pasta mediterrânea, com as quantidades descritas abaixo, para duas pessoas comerem bem:
• 50 g de Mexilhões frescos  
• 50 g de Vôngoles
• 100 g de Polvos frescos, limpos e cortados em pedaços
• 100 g de Lulas frescas, limpa e cortada em anéis
• 150 g de Camarões médios, frescos e inteiros
• 1colher de açafrão
• ½ xícara (chá) de azeite virgem
• 1 taça de vinho branco (frascati)
• 4 dentes de alho cortados
• Sal a gosto
• 300 g de Spaghetti nº 5
• 6 tomates pelados sem sementes com molho
• Algumas folhas de manjericão
Modo de preparo
Em uma frigideira funda, adicione o azeite, frite os alhos cortados e coloque o vôngole o polvo e os anéis de lula deixando-os refogar por cerca de 10 min;

Acrescente delicadamente o vinho branco, e deixe-os cozer até a sua evaporação; 

Coloque os tomates pelados juntamente com o molho e em seguida acrescente o açafrão e o sal;

Após ficar homogêneo, acrescente então os camarões juntamente com os mexilhões e deixe apurando de 15 a 20 minutos em fogo brando,acrescentando também algumas folhas de manjericão, até encorpar.



Depois da massa cozida, acrescente-as aos poucos, a frigideira com o molho já encorpado, e misture bem até a massa se agregar bem ao molho.


Agora é só servir, de preferência acompanhado de um bom vinho branco, neste caso optei por um Frascati Superiori Valdorella, que acompanha muito bem antipastos, frutos do mar, sopas e peixes e é um vinho do dia a dia , de excelente custo benefício.


 Gildo Birardi

quarta-feira, 13 de abril de 2011

PARA OS PEQUENOS TABERNEIROS!

A Beleza de Uma Criança


Como é lindo um sorriso numa criança
O seu olhar brilhante
E sua alma cheia de esperança
Numa vida radiante.
Como é lindo a sua inocência
A sua bondade e o seu divertimento
À medida que vai ganhando experiência
Nesta vida que voa ao ritmo do vento.
Como é lindo vê-la crescer
Sempre, mas sempre a brincar
Sem nunca deixar de aprender
O que mais tarde terá que ensinar.
Como é lindo ouvir o seu falar
Calmo, suave e inocente
Ao nos contar o que acabou de sonhar,
Sempre com uma alegria fluente.
Como é lindo tudo isto existir
E nos encher o coração de esperança
Que um novo futuro virá a sorrir,
E com ele a felicidade de uma criança.

                                                         poema de João Filipe Ferreira
retirado do site: LUSO POEMA
OBRIGADO.


UMA PEQUENA HOMENAGEM  AS NOSSAS CRIANÇAS
EM ESPECIAL AO NOSSO QUERIDO VALENTINO PELO SEU 1ºANIVERSÁRIO, QUE DEUS TE ABENÇOE TODOS AS DIAS DE SUA VIDA.
TAMBÉM NÃO POSSO ME ESQUECER DAS GÊMEAS, CATARINA E EMANUELA QUE ESTÃO PARA CHEGAR E AOS QUE VIRÃO EM BREVE!!!
A MARIA GABRIELA, FILIPPO, JOÃO VITOR, LORENZO E O MARCOS VINICIUS (ESTAMOS COM SAÚDADE).
"QUE DEUS ESTEJA COM VCS SEMPRE!!!"

"deveriamos aprender com nossas criança que não faz distição de cor, raça e credo!"
 
Tio Rodrigo.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

CULTURA NÃO SE GUARDA NA GAVETA



PORÉM..

"Queria ter vivido melhor,
Porém a mediocridade sempre me foi farta e generosa
Nos caminhos que escolhi para viver.

Queria ter sido mais alegre,
Porém a tristeza sempre foi companheira fiel
Nos dias intermináveis de abandono.

Queria ter amado mais as pessoas que conheci
Ou que fingi conhecer,
Porém na maioria das vezes, eu também não me conhecia.

Queria ter andado mais livre,
Porém, algemado à ignorância, perdi muito tempo
Tentando voar sem sequer saber andar.

Queria ter lido mais livros,
Porém, analfabeto de ousadia, passei muitos anos
Enxergando pelos olhos adormecidos de outras pessoas.

Também queria ter escritos mais poemas
Do que bilhetes pedindo desculpas,
Porém, as palavras sempre me vieram como culpa
E não como estrelas.

Queria ter roubado mais beijos e abraços
Das meninas que andavam desprotegidas,
Protegidas pela magia da infância,
Porém, cresci muito cedo, e a timidez sempre me foi
Uma lei muito severa a ser cumprida.

Queria ter pensado menos no futuro,
Porém, o passado simples nunca foi o melhor presente
E a eternidade sempre me pareceu coisa de gente que tem preguiça de viver.

Queria ter sido um homem mais humilde
Porém, a vaidade e a ganância sempre me cercaram
De mimos e coisas que até hoje não sei para que serviram.

Queria ter pregado mais a paz,
Porém, como um covarde, gastei muita munição tentando atingir amigos e desconhecidos que não usavam coletes à prova de balas nem blindados no coração.

Queria ter sido mais forte,
Porém rir dos vencidos e bajular os mais ricos
Sempre me pareceu o caminho mais curto
Para o esconderijo secreto das minhas fraquezas.

Queria ter dito mais a verdade,
Porém a mentira sempre foi moeda de troca
Para comprar o respeito e a admiração das pessoas fúteis de almas vazias.

Queria que o mundo fosse mais justo
Porém, avarento de nascença, fui o primeiro a esconder o sol na palma da mão antes que o vizinho o fizesse.
E mesquinho por vocação escondi as noites com lua
Para que os poetas não a cortejassem.

Queria ter dito mais besteiras,
Porém fui desses idiotas amantes das proparoxítonas
E sujeito oculto nos bate-papos de botecos de esquinas,
Onde a vida não acontece por decreto.

Queria ter colhido mais flores,
Porém o medo de espinhos afugentou a primavera.
E outono que sempre fui,
plantei inverno quando a terra pedia verão.

Hoje queria ter acordado mais cedo,
Porém temo que pra mim
Seja tarde demais."


Sergio Vaz


POEMA RETIRADO DO BLOG DO MEU AMIGO ALEXANDRE                                                 
V I D A  D E  V E T E R I N Á R I O


(QUE NESTE MOMENTO VEM MUITO A CALHAR)
Rodrigo Cacholi.

terça-feira, 5 de abril de 2011

DOM CORLEONE COM NOSSOS PEQUENOS CHEFINHOS!

GILDO BIRARDI COM OS FILHOS FILIPPO E VALENTINO

O RODRIGO CACHOLI COM OS SOBRINHOS

NOITE DE CHIANTI E CHARUTOS

TABERNA RECEBE SEUS FILHOS EM UMA NOITE MARAVILHOSA!

"SABOREAR UM BOM VINHO E CONSEGUIR DECIFRAR TODOS OS SEUS SEGREDOS, É UM PREVILÉGIO DOS DEUSES QUE FOI PASSADO AOS MORTAIS!"

                                                                                                                             RODRIGO CACHOLI.