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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

História e fotos do famoso Casillero del Diablo


Este é um velho conhecido de nós brasileiros. Agora será que você já conhece a lenda por trás do nome Casillero del Diablo?
Em 1891 Don Melchor, fundador da vinícola Concha y Toro dá vida a lenda do vinho quando descobriu que eles estavam desaparecendo. Espalhou o boato de que naquela adega habitava o diabo e com isso os vinhos pararam de desaparecer. Na visita guiada que fiz na Concha y Toro o guia comentou que segundo a lenda, o Don Melchor se fantasiava de diabo para assustar os ladrões e fez com que a lenda parecesse mais real.
Na visita a vinícola Comcha y Toro pode-se ver onde são armazenados os vinhos desta linha e contém até a imagem de um diabinho como pode ser visto nas fotos abaixo.

Casillero descansando nos barris
 O Casillero Del Diablo é um dos vinhos chilenos mais conhecidos no mundo, vendido em mais de 120 países e existem 3 linhas de vinhos: Reserva, Reserva Privada e Brut Reserva. Na verdade este último é um champagne.
Reserva            
Linha mais conhecida aqui no Brasil. Confeccionada a partir de uvas selecionadas de vales férteis do Chile. Cada criação mostra a essência e tipicidade de sua cepa em uma mescla de aromas, sabores e estilo trabalhados. Uma magnifica variedade que consolida Casillero del Diablo como a marca chilena com a maior variedade de vinhos Premium.
Através desta coleção você descobrirá a essência dos vales chilenos e as mehores expressões de cepas tradicionais como a Cabernet Sauvignon, Carmenere ou Viognier.
Garrafa de Casillero del Diablo
Garrafa de Casillero del Diablo
  • Carmenere
  • Chardonnay
  • Merlot
  • Riesling
  • Cabernet Sauvignon
  • Shiraz
  • Viognier
  • Shiraz Roséhyraz
  • Sauvignon Blanc
  • Gewurztraminer

Reserva Privada
Linha de vinhos Super Premium, possui o que há de melhor nos vinhedos do Chile. Seu Cabernet Sauvignon e Shiraz   são o resultado de anos de trabalho e investigação. O segredo destas criações exclusivas está em sua confecção: uvas cuidadosamente selecionadas de zonas específicas que apresentam um aporte único.
Diabo da Concha y Toro Casillero del Diablo
  • Cabernet Sauvignon/Shiraz (65% Cabernet e 35% Shyraz)
  • Sauvignon Blanc

Brut Reserva
Em uma edição limitada o Casillero Del Diablo capturou toda a frescura, a mineralidade e a elegância deste exclusivo terroir em umespumente elaborado com 100% de Chardonnay. A influência fria do Oceano Pacífico, terraços aluviais e solos calcários, deram-lhe um caráter austero, fresco e elegante, que são caracte’rísticas únicas para uma das melhores expressões de Chardonnay no Chile. 
“Os textos com as descrições das coleçòes de vinhos foram adaptados do sitehttp://cdd.casillerodeldiablo.com ”
Informações úteis:
Este é um vinho que se encontra com certa facilidade aqui no Brasil, principalmente a linha Reserva. O Carmenere Reserva pode ser encontrado nos principais supermercados de todo o Brasil, em sites de compras on-line e nas lojas da Cadeg.
Preço: Os vinhos das safras mais recentes podem ser encontrados com um preço em torno de R$ 34,00 e por ser um vinho fácil de beber e com uma boa faixa de preço colocamos ele na categoria de vinhos de melhor custo benefícioo aqui no blog. Já uma safra mais antiga, como por exemplo, 2004 pode ser encontrada com um valor em torno de R$ 69,00. Já o Reserva premiada é mais caro, chegando a ser vendido por R$ 90,00.
Matéria retirada do Leituras e Vinhos
Por: Chef. Taberna

quinta-feira, 29 de novembro de 2012


Por que os vinhos são tão caros no Brasil

CARGA TRIBUTÁRIA REPRESENTA MAIS DE 83% DO PREÇO DOS VINHOS IMPORTADOS E CONTRIBUI PARA ESTAGNAR O CONSUMO DA BEBIDA NO PAÍS

Nos EUA, o premiado Syrah vale 55 dólares. No Brasil, pode custar cerca de 280 reais.

Quem viaja para o exterior sabe bem que comprar vinho nos Estados Unidos, na Europa ou mesmo em países vizinhos do Brasil pode ser bastante vantajoso. Preços acessíveis e rótulos de qualidade lotam gôndolas, seja em pequenos armazéns ou grandes supermercados. Ao retornar para casa, é sempre a mesma decepção. O mesmo rótulo que no exterior era uma barganha sai no país por uma pequena fortuna.

Há anos, o consumo de vinhos finos está estagnado no Brasil, sem conseguir ultrapassar a insignificante marca de dois litros per capita por ano. De acordo com Júlio Fante, presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), 70% correspondem ao consumo de vinhos populares.
Comparando com países vizinhos, a quantidade consumida em todo o Brasil é pífia. No Paraguai, país sem qualquer tradição no setor vitivinícola e terra do mate, o consumo é de quase 5 litros por ano. Até mesmo no Vaticano se consome mais vinho que o Brasil. Lá, aproximadamente 66 litros da bebida de Baco passam pelo gargalo das garrafas em direção às taças do alto clero.
Um peso no orçamento dos brasileiros, vinhos importados encaram duras barreiras tributárias para passar pela fiscalização dos portos até que, por fim, consigam entrar em território nacional. Os altíssimos impostos pagos pelos rótulos associados à falta de conhecimento dos brasileiros sobre a bebida, por ainda considerarem capricho de elite ou de difícil paladar, impactam negativamente no consumo da bebida no Brasil e complicam a expansão.
Para se ter uma ideia, de acordo com números do Instituto Brasileiro de Pesquisa Tributária (IBPT), a carga tributária total que incide sobre o preço de uma garrafa, produzida fora do Brasil e da zona de influência do Mercosul, é responsável por 83,4% do preço pago pelo consumidor final. Por incrível que pareça, o peso dos impostos nos importados é muito maior do que o que incide em armas de fogo, por exemplo, cuja carga tributária gira em torno dos 65% de seu valor final.
“Enquanto na Espanha o vinho é considerado complemento alimentar, no Brasil ele sofre tratamento tão duro quanto de armas”, lamenta Ciro Lilla, proprietário de uma das maiores importadoras do país, a Mistral, e considerado uma das pessoas mais influentes do mercado do vinho no Brasil.
Uma garrafa de vinho importado carrega o peso do IPI, ICMS, COFINS, tributos sobre salários, IRPJ, CSLL, além do Imposto de Importação. “Isso sem contarmos frete internacional, que ainda pode chegar a 27%, e taxas burocráticas, referentes à entrada de contêiners no porto de Santos, que é um dos mais caros do mundo”, contabiliza. Ou seja, vinhos importados pagam os mesmos impostos dos vinhos nacionais, além de outras despesas de transporte e afins. O que pode fazer com que uma garrafa qualquer chegue no Brasil valendo quatro vezes mais do que no exterior.
Nem mesmo para os vinhos nacionais existe qualquer incentivo fiscal que ajude a aguçar o paladar do consumidor e o leve a comprar uma garrafa para experimentar. De acordo com números do IBPT, no preço final de um vinho produzido em solo brasileiro, cerca de 64% é puro imposto.
Países signatários do Mercosul levam uma pequena vantagem em todo esse processo. Acordos alfandegários permitem que vinhos provenientes do Chile ou Argentina não paguem o imposto de importação, que, sozinho, é responsável por cerca de 20% de toda a carga incidente. E é por este motivo que os vinhos sul-americanos chegam ao país custando o mesmo, ou algumas vezes pouco mais, que os exemplares brasileiros.
Concorrência
Pois há quem diga que é preciso aumentar, ainda mais, os tributos para os exemplares importados, uma vez que são erroneamente, segundo especialistas, considerados concorrentes diretos dos vinhos brasileiros. Se existem representantes da indústria nacional a favor de um aumento dos tributos como maneira de incentivar a produção e o consumo cada vez maior dos rótulos nacionais, Lilla é taxativo e acha incabível a hipótese de que um rótulo possa concorrer com outro. “Vinhos são como obras de arte, livros ou mesmo filmes. É impossível de comparar um com outro”, diz.
Além disso, há o lado positivo de se ter uma vasta gama de uvas, safras e vinícolas diferentes, independentes da procedência, disponíveis para a compra no Brasil. Alexandra Corvo é professora de sommellerie e experimenta, anualmente, cerca de 1.500 rótulos nacionais e internacionais. Ela acredita que o acesso aos importados deve ser visto como um estímulo para o desenvolvimento do setor no país.
A indústria vitivinícola nacional, de qualidade, explica ela, é jovem demais e precisa amadurecer. “Se não fosse pela abertura de mercado, o Brasil ainda estaria produzindo vinhos inexpressivos como antigamente”, explica a sommelière ao comentar a ideia de que vinhos importados são vistos como concorrentes dos nacionais. “O vinho brasileiro tem mudado para melhor, mas não vejo motivo para considerar um concorrente do outro. Cada região tem seu estilo”.
Alexandra faz parte do coro de consumidores assíduos da bebida que lamentam os altos preços pagos por vinhos no Brasil , os quais considera “abusivos e absurdos”.
Mais custos
No ano passado, Guido Mantega, Ministro da Fazenda, anunciou uma medida que trouxe ainda mais lenha para a fogueira da indústria vitivinícola nacional: a adoção de um selo fiscal, cujo objetivo é controlar a relação do produtor ou importador com o fisco, esquentando ainda mais o debate acerca dos altos valores pagos por uma simples garrafa de vinho no país. A partir de janeiro de 2011, todos os vinhos devem vir com o selo que indica que o pagamento do IPI foi devidamente realizado.
Grandes representantes da indústria nacional se posicionaram a favor da medida, sob a justificativa de que iria coibir o contrabando e organizar o setor. Do outro lado, importadores e pequenos produtores de todo o país consideram a adoção da medida um retrocesso.
Lilla é um dos porta vozes do lado contra a aplicação da medida. Ele considera um lobby de grandes produtores gaúchos para atrapalharem ainda mais a chegada de vinhos importados ao país, favorecendo então os vinhos nacionais. Mas não necessariamente o aumento do consumo da bebida no país ou tornando o acesso à garrafas de diferentes vinícolas mais acessíveis ao grande público.
“Empresas nacionais contam com linhas mecanizadas de engarrafamento. Portanto, a aplicação do selo gera um custo de quase nada para eles”, explica. O problema vai ficar na mão dos pequenos produtores, que terão de aplicar na mão, tornando o processo de rotulamento mais lento e trabalhoso, e dos importadores, que terão de abrir caixas delicadas para a aplicação do selo, produzido em papel moeda, nos próprios armazéns, ao custo de trinta centavos por garrafa. É importantíssimo frisar que um contêiner contendo uma bebida produzida de maneira tão artesanal quanto o vinho deve ser refrigerado, com a temperatura ambiente rigorosamente controlada.
Por outro lado, representantes da indústria nacional, como a Ibravin, que acreditam o selo é uma maneira eficiente de controlar o contrabando, falsificação e sonegação dos impostos no setor, além de evitar a adulteração da bebida. Segundo Fante, o selo exige mão de obra e pode aumentar um pouco o custo, no entanto, é preciso de uma ferramenta que coloque o parreiral em ordem.

Postado por: Rodrigo cacholi (taberna)
fonte: http://pordentroenahora.blogspot.com.br

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Bendita massas!!!

O que era bom ficou ainda melhor!
Agora você pode degustar as massas que são servidas nas noites de Taberna na sua casa.
A Taberna di Baco lança sua linha de massas finas, da mesma maneira que é feito para os Taberneiros, não deixe de experimentar esta delicia feita pelo Chef. Rodrigo Cacholi (Taberna).

São João da Boa Vista e região.
contatos: 
Fone: (19) 3633-8714 ou (19) 9205-6127
E-mail: tabernadibaco@gmail.com
Rodrigo Cacholi. (Taberna)


domingo, 15 de julho de 2012

ESPECIAL - PRATOS DA TABERNA

LASANHA A BOLONHESA
FETTUCCINE COM MOLHO DE FILÉ MIGNON
CREME DE ABÓBORA
CONCHIGLIONE AO RAGÚ
CIABATA COM AZEITE SAL GROSSO E ALECRIM
BRUSCHETTA
PREPARO DA MASSA AO MOLHO BASÍLICO, COM PODOMORI ITALIANO
MEDALHÃO DE FILÉ MIGNON AO MOLHO DE UVAS
TORTAS E CREPES


POR GILDO BIRARDI

quarta-feira, 11 de julho de 2012


Os 10 vinhos mais caros do mundo

Cheval Blanc - St. Emilion Grand Cru
Desconhecido por muitos, o segmento de leilões de vinhos caros e raros movimenta milhões de dólares por ano. Nessa arena operada por casas de leilões como a Christie’s, a Sotheby’s e aAntique Wine Company, não existe espaço para meros apreciadores de vinho. A atuação está muito mais para colecionadores e investidores profissionais do ramo. Cada dólar investido numa garrafa, caixa ou lote pode representar ganhos consideráveis. Claro, o retorno nem sempre é de curto prazo. Aliás, muitas vezes é de longuíssimo prazo. Ano passado, um lote de 12 garrafas de Hermitage La Chapelle 1961 foi arrematado, na Christie´s de Londres, por 123.750 libras (aproximadamente US$20 mil / garrafa). O Hermitage La Chapelle não é um vinho dos mais caros quando comparado a certos Bordeaux e Borgonhas. Em safras recentes ele não chega a passar de US$ 200 a garrafa, porém na safra 1961, o La Chapelle bateu um recorde. Da mesma forma uma garrafa Magnum do legendário Château Mouton-Rothschild 1982 pode alcançar facilmente US$ 10 mil! Outro termo tipicamente do mercado financeiro também é utilizado aqui. São os vinhos conhecidos como “The blue chips”. Nesse rol estão: LafiteMargauxMouton-RothschildLatourHaut BrionPetrusCheval Blanc e o clássico vinho doce, Château d’Yquem. Assim como ações de alta liquidez esses rótulos fazem brilhar os olhos de emergentes da Rússia, China, India e Brasil.
Na lista abaixo foram selecionados alguns vinhos que obtiveram os preços mais elevados em leilões. Talvez nesses mesmos intervalos existam outros vinhos que alcançaram preços similares, mas nessa seleção já dá ter uma idéia:

1. Château Lafite Rothschild 1787

Valor: $156.450
Dezembro de 1985, Christie’s, Londres

2. Château d’Yquem 1811

Valor: $100.000
Fevereiro de 2006, Antique Wine Company, Londres

3. Penfolds Grange Hermitage 1951

Valor: $50.200 dólares australianos (aproximadamente US$38,420)
Maio de 2004, Melbourne, Austrália

4. Cheval Blanc 1947

Valor: $33.781 por uma garrafa de 750 ml. ($135,125 por 3 garrafas)
Julho de 2006, Vinfolio, San Francisco

5. Château Mouton-Rothschild 1945

Valor: $28.750
Setembro de 2006 – Christie’s, Los Angeles

6. Inglenook Cabernet Sauvignon Napa Valley 1941

Valor: $24.675 / garrafa
Outubro de 2004 – Zachys, Los Angeles

7. Montrachet Domaine de la Romanée Conti 1978

Valor: $23.929 / garrafa
2001 – Sotheby’s, Nova Iorque

8. DRC Romanée Conti 1934

Valor: $20.145 / garrafa
Junho de 2006 – Hart Davis Hart, Chicago

9. Hermitage La Chapelle 1961

Valor: $ 20.130 / garrafa (lote de 12 garrafas por 123.750 libras)
Setembro de 2007 – Christie’s, Londres

10. DRC Romanée Conti 2003

Valor: $4.650 / garrafa
Matéria retirada do Site: Q vinho.com.br 
e postada a qui por :
Rodrigo Cacholi